14 novembro, 2007

O império Babilônico


A grandeza da Babilônia

Estava construída sobre ambas às margens do Rio Eufrates. Protegia-a uma dupla muralha. De acordo com os cálculos fornecidos, por Heródoto, esses muros com 56 milhas (90,12km) de circunferência encerravam um espaço de 200 milhas quadradas (321,87 km²). De acordo com o dicionário Buckland, temos mais alguns detalhes desta grandeza: “nove décimas partes dessas 200 milhas quadradas (321,87 km²) estavam ocupadas com jardins, parques e campos, ao passo que o povo vivia em casas de 2, 3 e até 4 andares.




Duzentas e cinquenta torres estavam edificadas nos intervalos dos muros, que em cem lugares estavam abertos e defendidos com portões de bronze ou cobre. Outros muros haviam ao longo das margens do Eufrates e juntos ao seu cais. Navios de transporte atravessavam o rio de um lado para o outro e havia uma porte levadiça de 30 pés (9,14m) de largura, ligando as duas partes da cidade. O grande palácio de Nabucodonozor estava situado numa das extremidades dessa ponte, do lado oriental. Outro palácio, a admiração da humanidade, que tinha sido começado por Nabopolossar, e concluído por Nabucodonozor, ficava na parte ocidental e protegia o grande reservatório.


Ao construir Babilônia, símbolo de sua opulência, Nabucodonozor não se esqueceu de reverenciar os falsos deuses. O templo de Bel é um exemplo desse exagero idolátrico. Esse monumento, com 4 faces, constituía-se em uma pirâmide de oito plataformas, sendo a mais baixa de 400 pés (121,92m) de cada lado.


O dicionário Buckland diz: “Sobre o altar estava posta uma imagem de Bel, toda de ouro e com 40 pés (12,19m) de altura, sendo também do mesmo precioso metal uma grande mesa e muitos outros objetos colossais que pertenciam a aquele lugar. As esquinas deste templo, como todos os outros templos caldaicos, correspondiam aos quatro pontos cardeais da esfera”. A grandiosidade, levou Nabucodonozor a esquecer-se de sua condição humana e a julgar-se o próprio Deus. Em consequência disso, ele foi punido pelo Todo-Poderoso. Só reconheceu a sua exiguidade, depois de passar 7 anos comendo relva com os animais. (Dn 4.24-33).

7 comentários:

Faculdade Teológica disse...

Parabens muito bom seu Post!!!!
Abs!
Faculdade Teológica

Faculdade de Teologia disse...

Que Deus continue te usa
ndo cada vez mais parabens pelas suas postagens!!!!
Abs!
Faculdade Teológica

Anónimo disse...

Está Ótimo o seu trabalho sobre o império BabilÔnico.

BEIJOS!!!!!

Quênia Sheila disse...

Excelente Post, muito esclarecedor e informativo.

PARABÉNS!

Eber Ventura disse...

Oi Quênia, muito obrigado por suas palavras.

sds
Eber

Carlos Pimenta disse...

Antes de mais nada parabens pelo blog.
Gostaria de saber como faço para fazer o curso de Geografia Biblica a distancia.

Carlos Pimenta

osmar bezerra disse...

muito bom esse seu trabalho gostaria de fazer um curso de espaços geograficos sobri a bilblia