28 dezembro, 2007

Um feliz ano novo!!!!

Queridos irmãos e amigos,

Gostaria de desejar um feliz 2008 a todos vocês que acessam a este blog.

Ao longo do ano tive a oportunidade de conhecer vários irmãos que não obstante nos vermos pessoalmente comungamos de um mesmo ideal que é o crescimento do reino de Deus entre eles gostaria de fazer menção dos irmãos Daladier (Abreu e Lima-PE), Marcus (Abreu e Lima-PE), Vitor Hugo (Joinville-SC) e Gutierrez (São Paulo-SP).

Há porém um outro grupo de pessoas em que Deus me presenteou me dando a oportunidade de dividir experiências e conhecimentos juntos, se trata dos alunos do nosso Instituto de Ensino Teológico de Petrópolis - IETEP, meus sinceros agradecimentos e anseio de um ano repleto de bençãos à todos vocês.

A minha família tão querida: Elias(pai), Aurea(mãe), Eliab(irmão) e Ana(cunhada), Alessandro(cunhado) e Eveline (minha irmã - autora do http://blogdaeveline.blogspot.com/) , a Irmã Silvia (minha sogra) e por fim a minha esposa, Claudia, minha benção, sou grato a Deus todos os dias por tê-la ao meu lado. Ah!!!! E a princesinha da família que chegará em janeiro, a Letícia... Meu pedido a Deus é que possamos viver muitos momentos felizes juntos em 2008.


Na sequência: Eliab (meu irmão), Ana (minha cunhada), Eveline (maninha), Irª Silvia (sogrinha), Eu, Claudia (e Letícia), Aurea (minha mãe) e Elias (meu pai, meu professor). Obs: Faltou o Alessandro (esposo da Eveline)



Eu e a Claudia

26 dezembro, 2007

As viagens Missionárias de Paulo - Antioquia da Síria

As viagens missionárias do apóstolo Paulo foram um marco nas missões estrangeiras. É fato que estas não foram as primeiras na história da expansão do Cristianismo, lembremos por exemplo o registro no livro de Atos das viagens de Felipe e de Pedro (At 8 - 10).

Iniciaremos uma série de estudos relacionados a esta importante parte da história bíblica. Citaremos dados de algumas cidades mencionadas nas páginas do livro de Atos dos Apóstolos, como deuses, cultura e costumes destas cidades. Espero contar com você nesta viagem.

Começaremos por onde tudo começou....



Antioquia da Síria



Também conhecida como Antioquia de Orontes, devido ao nome do rio que corta suas terras, esta cidade foi um dos principais refúgios dos cristãos durante as primeiras perseguições contra a igreja, logo após que Estevão foi martirizado. Foi para lá também que Barnabé levou Saulo (At 11.25), não sabia ele que prestaria um grande serviço para a obra missionária.


Em Antioquia da Síria foram os discípulos, os seguidores de Cristo, chamados de Cristãos pela primeira vez (At 11.26).


O nome desta cidade vem, do nome de Antíoco, um dos principais monarcas seleucidas que governaram a região depois da morte de Alexandre.


Antioquia da Síria foi fundada por volta de 300 a.C., por Seleuco I, que a fez sua capital. É nesta situação política, de sede dos seleucidas, que é muito citada no Livro dos Macabeus, que relatam as revoltas contra o poderio romano. Um dos chefes dessa revolta hebreia contra o poder helenizador, Judas Macabeu, foi levado preso para Antioquia.


Em 64 a.C. os romanos apoderaram-se da região, transformando-a na sua província da Síria, continuando Antioquia a ser a capital administrativa.
Grande metrópole da antiguidade, na época da vida de Jesus, segundo Flavio Josefo teria cerca de meio milhão de habitantes. Seria a terceira cidade do império, depois de Roma e de Alexandria.

14 dezembro, 2007

A Palestina - Hidrografia (1)



2) Mar Morto

O Mar Morto possui este nome devido as suas águas que por serem as mais densas da terra, com cerca de 33% de salinidade, não permite que haja vida marítima nelas, devido a este fator os níveis de evaporação são muito elevadas (6 a 8 toneladas a cada 24 horas), se não fosse isto haveria constantes inundações nas regiões costeiras. Só pra se ter uma idéia a proporção de sal em suas águas é sete vezes maior do que em qualquer outro mar do mundo.


Com 75 km de comprimento na direção norte-sul por 17 km de largura, o Mar Morto está localizado a cerca de 426 m abaixo do nível do mar e sua profundidade é de aproximadamente 400 m.


Além de receber o nome de Mar Morto possui vários outros nomes, alguns deles registrados na Bíblia Sagrada, entre eles estão os citados abaixo:

  • Mar salgado (Js 15.5)

  • Mar Oriental (Jl 2.20; Gn 14.3)

  • Mar de Ló (Talmude)

  • Asfaltite ou Lago de Asfalto (chamado por Flavio Josefo)

  • Mar do Arabá (Devido a região - Js 11.2)

  • Mar da Planície (Dt 3.17; Jl 2.20; II Rs 14.25)

  • Mar das Campinas (Js. 3.16)

11 dezembro, 2007

Turma de Quissamã



No último dia 9 estivemos ministrando aulas aos irmãos que fazem parte da extensão do IETEP em Quissamã, município do Rio de Janeiro. De Petrópolis para Quissamã são cerca de 300 quilômetros de distância, muito chão. Mas a cada vez que temos a oportunidade de estarmos ali tem sido uma benção rever a cada um daqueles queridos irmãos.

Deixo aqui meu muito obrigado pela recepção dos alunos e um forte abraço ao Pastor Ramiro que tem feito um excelente trabalho naquela localidade.




10 dezembro, 2007

A Palestina - Hidrografia


A Hidrografia é a ciência que pesquisa toda a água da superfície da Terra, dimensionando e verificando sua profundidade, velocidade e a direção das correntes. Na Palestina elas se encontram entre:

  • Mares

  • Lagos

  • Rios

Estudaremos inicialmente a parte dos mares ali encontrados. Uma das definições que mais se encaixa é a seguinte:

"Mar é uma larga extensão de água salgada conectada com um oceano. O termo também é usado para grandes lagos salinos que não tem saída natural." (http://pt.wikipedia.org/wiki/Mar)

Na palestina encontramos três mares, são eles:

  • Mar Mediterrâneo

  • Mar da Galiléia

  • Mar Morto

1) Mar Mediterrâneo

O Mar Mediterrâneo é reconhecido como o maior mar interior do mundo com 2,5 milhões de km². Ele banha 25 países entre os continente europeu, asiático e africano.

Na Bíblia Sagrada este mar recebe outros nomes, entre eles:

  • O Grande Mar (Js 1.4; 9.1; 23.4)
  • Mar Ocidental (Nm 34.6,7; Dt 11.24; 34.2)
  • Mar dos filisteus (Êx 23.31)
  • Mare Nostrum (chamado pelos Romanos quer dizer Mar Nosso)

Grandes arrecifes e bancos de areia serviam como uma grande defesa natural para os habitantes das várias épocas da palestina permitindo segurança contra os invasores.

Na Bíblia sagrada registra-se os seguintes eventos relacionados a este mar:

  • Servia como rota dos cedros provenientes do Líbano para a construção do Templo de Salomão;
  • O profeta Jonas foi lançado da boca do "grande peixe" neste mar;
  • Serviu de "estradas" para as viagens do apóstolo Paulo, inclusive a viagem à Roma o barco veio a naufragar;
  • Da Ilha de Chipre, localizada neste mar, nasceu Barnabé.

04 dezembro, 2007

Império Medo-Persa



No auge do império Medo-Persa detinha o domínio de 127 províncias que ocupavam os territórios desde a Etiópia até a Índia, isso equivale ao território atual de catorze países.

Com a junção dos dois reinos, Medos e Persas, tornam-se uma potência mundial. Liderados por Ciro, o persa, conquistam a cidade da Babilônia e enquanto este se ocupa nas conquistas dos territórios da Lídia, Dario, um de seus generais assume o comando da Babilônia (Dn 5.31).

No livro de Daniel este império é representado através de revelações da parte de Deus em dois capítulos. No capítulo dois é representado pelo peitoral e braços de prata da estátua, simbolizando os dois braços os dois reinos, o peitoral simboliza a unificação destes dois reinos. No capítulo sete é representado pelo urso com três costelas na boca, o urso simboliza a força deste império e a forma de seu domínio e as costelas na boca representam as três principais conquistas deste império: A Babilônia, a Lídia e o Egito.


03 dezembro, 2007

Indicação de um bom site


Amigos da Geografia Bíblica, segue uma boa opção de consulta quanto assuntos relacionados a Terra Santa. Com bastante informações e fotos de Israel, o site www.cafetorah.com, dispõe também de vários recursos de multimídia com vídeos e cânticos para download. Vale apena conferir este site.

Um grande abraço a todos.

28 novembro, 2007

Império Romano - Césares





Os césares representam um marco para a história mundial. Representam a classe de doze governantes romanos, abrangendo um período de 141 anos, que vai desde Júlio César 45 a.C. até Domiciano em 96 d.C.

Segue os reis que regeram o período áureo da Roma Antiga com as respectivas datas de regência.



27 novembro, 2007

A Turma da Posse






Meu obrigado!

Ontém encerramos a primeira etapa dos estudos de Geografia Bíblica na extensão da Posse, distrito de Petrópolis-RJ. Foi uma excelente experiência ter conhecido mais uma turma esforçada e dinâmica como foi a turma da Posse.

Que Deus continue abençoando a estes queridos irmãos e que possam perseverar nesta caminhada que nos leva ao descobrimento dos ensinos do Senhor.





22 novembro, 2007

Nomes da Palestina


A Palestina possui vários nomes que foram se alternando no decorrer dos tempos. Entre elas separamos alguns nomes mais conhecidos:



  1. Terra de Canaã - Este nome foi dado em alusão a localidade onde os descendentes de Canaã, neto de Noé, habitaram.

  2. Terra dos Hebreus - Para este nome existem duas vertentes de pensamento para explicarmos a origem deste nome:
    a) Quanto a nomenclatura (origem da palavra) - Haber ou Habiru que significa do "outro lado" ou "do além" em alusão a trajetória percorrida pelo patriarca Abraão "além do Rio Eufrates";
    b) Quanto a descendência de Héber.

  3. Terra da Judéia - Refere-se a indicação ao Reino do Sul, também chamado Reino de Judá, que recebeu o nome a toda a região abrangendo todo àquela região;

  4. Filístia ou Filistéia - Este nome é o mesmo que Palestina, devido ao reino dos filisteus, um reino poderoso que habitou não foi destruído durante a ocupação dos Israelitas quando das conquistas dos territórios. Antes da formação do Estado de Israel, em 1948, toda àquela região recebia o nome de Palestina.

  5. Terra dos Amorreus - Deriva-se do nome da Tribo mais poderosa que habitava naquela região antes de serem subjugados pelos Israelitas.

19 novembro, 2007

Montes da Palestina - Parte 01

Montes da Palestina (01)

Os montes sempre exerceram uma importância muito grande para os judeus pois grande parte dos feitos históricos da nação israelita foram realizados neles. Grandes batalhas travadas, manifestações da presença de Deus, líderes perderam suas vidas, as leis foram entregues em um monte... tudo isto nos montes.

Seguindo uma definição de John Davis: "Elevação natural da terra. Aplica-se geralmente a uma eminência, mais ou menos saliente, menor do que a montanha e maior do que um outeiro. Estes nomes tem valor relativo; ás vezes a mesma elevação é designada, em alguns lugares por monte e outros por montanha. Monte é a tradução do hebraico 'Gibah', e do grego 'Bounos'".


O estudo dos montes desta região podem ser dividos em dois grandes grupos:

  • Os Montes palestínicos

  • Os Montes transjordanianos

1) Montes palestínicos:

Representa o grupamento de montes que localizam-se entre o Mar Mediterrâneo e o Vale do Jordão, portanto, a parte oeste do Rio Jordão. Este grupo subdivide-se em três grupos que representam as regiões que coube por possessão a três filhos de Jacó, entre eles encontram-se os seguintes grupamentos de montes palestínicos:


1.1 - Montes de Naftali

Localiza-se na região norte do território palestínico. Compõe este grupo os seguintes montes:


  • Monte Hatin

  • Monte Tabor

  • Monte Gilboa

  • Monte Carmelo

1.2 - Montes de Efraim



Localiza-se na região central do território palestínico e é constituído de dois montes:



  • Monte Ebal

  • Monte Gerizim

1.3 - Montes de Judá

Localiza-se no sul do território palestínico e fazem parte deste grupo os seguintes montes:


  • Monte das Oliveiras

  • Monte Sião

  • Monte Moriá

  • Monte da Tentação






14 novembro, 2007

O império Babilônico


A grandeza da Babilônia

Estava construída sobre ambas às margens do Rio Eufrates. Protegia-a uma dupla muralha. De acordo com os cálculos fornecidos, por Heródoto, esses muros com 56 milhas (90,12km) de circunferência encerravam um espaço de 200 milhas quadradas (321,87 km²). De acordo com o dicionário Buckland, temos mais alguns detalhes desta grandeza: “nove décimas partes dessas 200 milhas quadradas (321,87 km²) estavam ocupadas com jardins, parques e campos, ao passo que o povo vivia em casas de 2, 3 e até 4 andares.




Duzentas e cinquenta torres estavam edificadas nos intervalos dos muros, que em cem lugares estavam abertos e defendidos com portões de bronze ou cobre. Outros muros haviam ao longo das margens do Eufrates e juntos ao seu cais. Navios de transporte atravessavam o rio de um lado para o outro e havia uma porte levadiça de 30 pés (9,14m) de largura, ligando as duas partes da cidade. O grande palácio de Nabucodonozor estava situado numa das extremidades dessa ponte, do lado oriental. Outro palácio, a admiração da humanidade, que tinha sido começado por Nabopolossar, e concluído por Nabucodonozor, ficava na parte ocidental e protegia o grande reservatório.


Ao construir Babilônia, símbolo de sua opulência, Nabucodonozor não se esqueceu de reverenciar os falsos deuses. O templo de Bel é um exemplo desse exagero idolátrico. Esse monumento, com 4 faces, constituía-se em uma pirâmide de oito plataformas, sendo a mais baixa de 400 pés (121,92m) de cada lado.


O dicionário Buckland diz: “Sobre o altar estava posta uma imagem de Bel, toda de ouro e com 40 pés (12,19m) de altura, sendo também do mesmo precioso metal uma grande mesa e muitos outros objetos colossais que pertenciam a aquele lugar. As esquinas deste templo, como todos os outros templos caldaicos, correspondiam aos quatro pontos cardeais da esfera”. A grandiosidade, levou Nabucodonozor a esquecer-se de sua condição humana e a julgar-se o próprio Deus. Em consequência disso, ele foi punido pelo Todo-Poderoso. Só reconheceu a sua exiguidade, depois de passar 7 anos comendo relva com os animais. (Dn 4.24-33).

13 novembro, 2007

Palestina Bíblica - Limites e Superfície




LIMITES E SUPERFÍCIE DA PALESTINA

A Palestina localiza-se no continente asiático, a 30 graus de latitude norte, banhada pelo Mar Mediterrâneo (extremo leste) em toda sua extensão ocidental. A Palestina constituía-se num centro de gravidade para o mundo e as civilizações da antiguidade. Do ponto de vista político, igualmente passagem inevitável dos exércitos conquistadores das grandes potências ao seu redor. Daí as devastações sofridas pela Palestina em repetidas ocasiões durante sua história. Os seus limites são:

Norte - com a Síria e Fenícia;
Sul - Deserto do Sinai;
Leste - partes da Síria e partes da Arábia;
Oeste - Mar Mediterrâneo.

A superfície da Palestina variou consideravelmente no decorrer dos tempos, ora sendo mais extensa, como nos dias dos reis Davi e Salomão, quando pela conquista anexara-se vários territórios vizinhos. Em média sua extensão era de 30.000 km2, sendo seu comprimento em direção norte-sul de 250 km e largura média de 120 km. Comparando-se com estados brasileiros, a Palestina é pouco maior do que o estado de Sergipe.

07 novembro, 2007

Palestina Bíblica - Centralidade




A Centralidade da Palestina

Deus tinha um propósito em colocar o seu povo no centro do mundo. A Bíblia foi escrita na encruzilhada do mundo. É o milagre central da história, ocorrido na parte central do mundo (Ez 5.5).


A centralidade da Palestina, porém, não fica presa somente ao aspecto geográfico. Existem pelo menos seis centralidades exercidas pelo mundo bíblico que são as seguintes:


  • Centralidade Geo-Histórica - Toda a história está cunhada no relato bíblico; um princípio que irradiou para todos os povos.

  • Centralidade Sócio-Cultural - Cultura egípcia, babilônica, grega e judaica que permanecem até hoje, influenciando as culturas do mundo inteiro (cultos, festas, folclore, idioma, traje, etc.)

  • Centralidade Revelacional - Tudo nos foi revelado através das leis dos Reis, Profetas e Sacerdotes.

  • Centralidade Taumatúrgica - Os milagres de todas as épocas colocaram o povo de Deus numa posição central. Os maiores milagres já ocorridos tiveram como palco o Mundo Bíblico.

  • Centralidade Profético-Escatológico - Com certeza o fim também se dará naquela região.

  • Centralidade Política - Jerusalém será a capital do mundo. (Sl 2.8,9)

Fonte: Livro: Geografia Bíblica - CPAD

05 novembro, 2007

Resultado - Sete Maravilhas do Mundo Bíblico



Resultado final!

Chegamos ao final do concurso da escolha das Sete Maravilhas do Mundo Bíblico. Segue o resultado das eleitas pelos "eleitores":

1º) Jerusalém


2º) Ur


3º) Atenas



4º) Roma



5º) Éfeso



6º) Babilônia



7º) Damasco




Veja a localização das Sete Maravilhas do Mundo Antigo.




01 novembro, 2007

Assíria - Parte 02


A Crueldade Assíria


Ao lermos o livro do profeta Jonas, quando Deus ordena-o que fosse transmitida uma dura mensagem aos ninivitas e ele não o faz (pelo menos de imediato), muitas vezes ouvimos pregações e até mesmo pregamos sobre a "covardia" e "desobediência" de Jonas em não levar àquela mensagem.

De fato, ele não cumpriu o mandato do Senhor, antes preferiu ir para Társis, um balneário próspero, localizado onde hoje está a cidade de Sevilla, na Espanha, a direção contrária do local onde Deus o havia ordenado. Mas ao estudarmos sobre a crueldade do povo assírio entendemos um pouquinho do temor de Jonas em levar a mensagem àquela nação.

Os assírios eram um povo militar e comercial, simples em costumes porém cruéis e ferozes com seus prisioneiros queimando-os vivos os seus conquistados após uma sessão de mutilação.

Cortavam-lhe as mãos, pés, orelhas, faziam pirâmides de caveiras (crânios). Um certo rei Assírio, em uma de suas batalhas, levou a cativo 14 mil homens como prisioneiros de guerra, por medida de precaução, para que não houvesse revoltas, deu ordem ao seu exército que vazassem os olhos de todos os presos.
Existe o relato de um rei que quando estava cercado pelos exércitos assírios, resolveu fazer um acordo com o monarca assírio tentando preservar a vida de seus súditos, o trato consistia de que ele se renderia desde não houvesse derramamento de sangue, ok! O acordo foi cumprido por ambas as partes. Os assíros conquistaram o território do inimigo.

E o inimigo... foi enterrado vivo!

24 outubro, 2007

Assíria - parte 01



O Império Assírio


Seu nome significa “graciosa”. Este Império é constituído pelos descendentes de Assur (Gn 10.11,22) neto de Noé.


Posição geográfica: Norte da atual Bagdá (capital do atual Iraque), indo até as imediações dos lagos Van e Urmia. Na linha leste-oeste, vai dos montes zagros até o vale do rio Habur.


Uma das cidades e capitais mais importantes do Império Assírio foi Nínive. Era uma das maiores cidades do mundo, situada à margem oriental do Tigre, cerca de seiscentos quilômetros do mar Mediterrâneo. Foi capital da Assíria nos tempos do rei Senaqueribe, entre os anos 705 a 612 a.C.(Gn 10.11,12). A fortaleza media mais ou menos cinqüenta quilômetros de extensão por dezesseis de largura. Havia cinco muralhas e três fossos (canais) que circundavam a cidade. As muralhas tinha trinta metros de altura e permitiam que quatro carros corressem lado a lado sobre elas. No segundo e terceiro milênios (A.C.) Nínive foi conhecida como sendo um centro religioso. A fama dos poderes curativos da estátua da Deusa Ishtar chegou a territórios tão distantes como o Egito.

22 outubro, 2007

Turma - Barra do Piraí


Novos amigos...


No sábado passado (20/10) estivemos ministrando aula na extensão do Instituto de Ensino Teológico em Barra do Piraí.

O tema abordado nas aulas de Geografia Bíblica naquele dia foram os seis impérios do Mundo Antigo, a primeira parte de nosso conteúdo programático.

No próximo mês estaremos falando sobre a Palestina dos tempos bíblicos e por último falaremos sobre as Viagens missionárias do apóstolo Paulo.

Gostaria de agradecer a recepção carinhosa dos irmãos de Barra do Piraí, ao Pb. Paulo, diretor do curso naquela extensão, ao meu amigo Pastor Edgar que tanto me ensinou e até hoje me ensina com seu dinamismo, organização e empreendorismo na obra de Deus, que são as marcas de seu ministério, e, sobretudo a Deus que me tem concedido este privilégio de servi-lo em sua obra na área do ensino.


19 outubro, 2007

Egito - Parte 4



Pirâmide de Queóps - A Grande Pirâmide


Considerada uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo, a Grande Pirâmide, ou também conhecida como a Pirâmide de Queóps, é a única obra que permaneceu viva até nossos dias daquele grupo.

Os egiptólogos acreditam que esta obra tenha sido feita em 30 anos, sendo dez anos destes construindo uma estrada para o transporte dos blocos de pedras extraídos a alguns quilômetros dali. Cerca de 100.000 homens foram empregados para construir esta obra que tinha por objetivo guardar os restos mortais do Faraó Queóps. Para os egípcios o corpo sendo preservado intacto era a garantia da posteridade de sua vida, e para tal, era necessário além de se ter um processo de embalsamento adequado deveria se ter a preocupação quanto ao túmulo onde ali seria preservado o seu corpo. Podemos compará-lo ao seu seguro de vida, ou melhor, pós-vida.

Este monumento de 146,6 m de altura, com 228 metros de cada lado, foi a construção mais alta do mundo até 1889 quando foi construída a Torre Eifel. Foram necessários 2.300.000 (dois milhões e trezentos) blocos de pedras para sua construção. Apenas um bloco de pedra que tinha em média um metro cúbico pesava em torno de apenas 2,5 toneladas! Sem guindastes, sem caminhões munck´s, sem carreta... dá pra imaginar a trabalheira que aqueles escravos tiveram?! E pensar que esta obra foi construída por volta do ano 2.500 anos antes de Cristo.


Observe a figura ao lado e veja os números impressionantes de desta obra.

Outro fator interessante é a estrutura interna desta pirâmide. Ela possui três câmaras mortuárias, são elas:



  • A câmara do Rei, localizada na parte central da pirâmide;

  • A câmara da Rainha, localizada um pouco abaixo da câmara do Rei; e

  • A câmara Secreta, que ficava a cerca de 30 metros abaixo da estrutura da pirâmide.

Veja a planta abaixo dela:




1) Poço;

2) Grande galeria;

3) Passagem descendente;

4) Passagem ascendente.

Jerusalém - Ontém e Hoje